LEITURA E VOCABULÁRIO
“A LENDA DA VITÓRIA-RÉGIA”
Há muito, muito tempo, entre os habitantes de uma tribo indígena, contava-se que a Lua era um deus que namorava as mais belas índias da aldeia. Sempre que se escondia atrás da montanha, levava com ele a sua escolhida.
Uma jovem índia da tribo, a guerreira Naiá, vivia sonhando com este encontro e mal podia esperar pelo dia que a Lua a chamasse. Os anciãos da tribo alertavam Naiá: depois de seu encontro com a Lua, as moças perdiam sua carne e seu sangue, tornando-se luz – viravam as estrelas do céu.
Mas Naiá queria porque queria ser lavada pela Lua. À noite, andava pelas montanhas atrás dela, sem nunca alcançá-la. Toda a noite era assim, mas a jovem índia continuava sonhando com o encontro, sem desistir. Tão obcecada ficou que não havia pajé que desse jeito.
Um dia, tendo parado para descansar à beira de um lago, viu em sua superfície a imagem do deus amado: o reflexo da Lua. Cega de paixão mergulhou em suas águas e se afogou. Mas a Lua, que também é senhora das águas, compadeceu-se dela e a transformou em uma estrela das águas: a Vitória-Régia, uma flor que tem formato de estrela, bela cor e delicioso perfume.
Neste texto, vimos algumas palavras que não são comuns em nosso vocabulário. Vamos relacionar as colunas, procurando encontrar seus significados?
(1) Pessoa velha e, respeitável. ( ) Anciãos
(2) Sentiu compaixão, piedade. ( ) Obcecada
(3) Deslumbrada, desvairada. ( ) Pajé
(4) Chefe espiritual dos índios, sacerdote, médico e feiticeiro. ( ) Compadeceu-se
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